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2.
Braz. J. Anesth. (Impr.) ; 73(2): 198-216, March-Apr. 2023. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1439594

ABSTRACT

Abstract Introduction Spinal infusions of either fentanyl or sufentanil have been reported in international reports, articles, and scientific events worldwide. This study aimed to determine whether intrathecal fentanyl or sufentanil offers safety in mortality and perioperative adverse events. Methods MEDLINE (via PubMed), EMBASE, CENTRAL (Cochrane library databases), gray literature, hand-searching, and clinicaltrials.gov were systematically searched. Randomized controlled trials with no language, data, or status restrictions were included, comparing the effectiveness and safety of adding spinal lipophilic opioid to local anesthetics (LAs). Data were pooled using the random-effects models or fixed-effect models based on heterogeneity. Results The initial search retrieved 4469 records; 3241 records were eligible, and 3152 articles were excluded after reading titles and abstracts, with a high agreement rate (98.6%). After reading the full texts, 76 articles remained. Spinal fentanyl and sufentanil significantly reduced postoperative pain and opioid consumption, increased analgesia and pruritus. Fentanyl, but not sufentanil, significantly reduced both postoperative nausea and vomiting, and postoperative shivering; compared to LAs alone. The analyzed studies did not report any case of in-hospital mortality related to spinal lipophilic opioids. The rate of respiratory depression was 0.7% and 0.8% when spinal fentanyl or sufentanil was added and when it was not, respectively. Episodes of respiratory depression were rare, uneventful, occurred intraoperatively, and were easily manageable. Conclusion There is moderate to high quality certainty that there is evidence regarding the safety and effectiveness of adding lipophilic opioids to LAs in spinal anesthesia.


Subject(s)
Humans , Fentanyl/adverse effects , Anesthesia, Spinal/adverse effects , Pain, Postoperative , Sufentanil/adverse effects , Non-Randomized Controlled Trials as Topic , Analgesics, Opioid/adverse effects , Anesthetics, Local/adverse effects
5.
Rev. bras. anestesiol ; 70(5): 457-463, Sept.-Oct. 2020. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1143967

ABSTRACT

Abstract Background: Postoperative Nausea and Vomiting (PONV) risk factors have not been defined for obstetric patients. In this study, our objective was to identify potential risk factors for PONV after cesarean sections performed under spinal anesthesia. Methods: One cohort of patients submitted to cesarean under spinal anesthesia was used to investigate potential risk factors for PONV. The best numerical risk factors were dichotomized using chi-squared method. A conditional independence (incremental association method) casual network was used to select the best predictors for PONV. Results: Two hundred and fifty of 260 patients remained in the study. Odds ratio for PONV of younger maternal age (< 25 years: 2.9 [1.49−5.96]), lower spinal bupivacaine dose (< 13 mg, inf [2.4-inf]), lower spinal morphine dose (< 80 mg, 0.03 [0−0.97]), history of motion sickness (2.5 [1.27−5.25]), significant nausea during the first trimester (0.3 [0.16−0.64]), intraoperative nausea and vomiting (8.2 [3.67−20.47]), and lower gestational age (< 38 weeks, 2.0 [1.01−4.08]) were statistically significant. The causal network selected absence of significant nausea during the first gestational trimester, intraoperative nausea, and gestational age < 38 weeks as the main direct risk factors for PONV. Conclusions: Intraoperative nausea and maternal age < 25 years were the main risk factors for PONV after cesareans under spinal anesthesia. Absence of self-reported nausea during the first trimester was a protective factor for post-cesarean nausea and vomiting.


Resumo Introdução: Os fatores de risco para náusea e vômitos pós-operatórios (NVPO) ainda não foram definidos para pacientes de obstetrícia. Neste estudo, nosso objetivo foi identificar potenciais fatores de risco para NVPO após parto cesariano realizado sob raquianestesia. Método: Uma coorte de pacientes submetidas a cesariana sob raquianestesia foi usada para investigar potenciais fatores de risco para NVPO. Os melhores fatores de risco numéricos foram dicotomizados por meio do método qui-quadrado. Uma rede casual de independência condicional (método de associação adicional) foi usada para selecionar os melhores preditores de NVPO. Resultados: Das 260 pacientes iniciais, 250 completaram o estudo. A razão de chances para NVPO foi estatisticamente significante para menor idade materna (< 25 anos: 2,9 [1,49−5,96]), dose mais baixa de bupivacaina raquidiana (< 13 mg, inf [2,4-inf]), dose mais baixa de morfina raquidiana (< 80 mg, 0,03 [0−0,97]), histórico de enjoo de movimento (2,5 [1,27−5,25]), náuseas importantes durante o primeiro trimestre (0,3 [0,16−0,64]), náusea e vômitos intraoperatórios (8,2 [3,67−20,47]) e menor idade gestacional (< 38 semanas, 2,0 [1,01−4,08]). A rede causal selecionou ausência de náuseas significativas durante o primeiro trimestre gestacional, náusea intraoperatória e idade gestacional < 38 semanas como os principais fatores de risco diretos para NVPO. Conclusões: Náusea intraoperatória e idade materna < 25 anos foram os principais fatores de risco para NVPO após cesariana sob raquianestesia. A ausência de náusea autorreferida durante o primeiro trimestre foi um fator protetor para náusea e vômitos após cesariana.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Adult , Young Adult , Cesarean Section/methods , Postoperative Nausea and Vomiting/epidemiology , Anesthesia, Spinal/methods , Prognosis , Bupivacaine/administration & dosage , Cesarean Section/adverse effects , Prospective Studies , Risk Factors , Cohort Studies , Maternal Age , Postoperative Nausea and Vomiting/etiology , Anesthesia, Spinal/adverse effects , Anesthetics, Local/administration & dosage , Morphine/administration & dosage
7.
Rev. bras. anestesiol ; 69(5): 484-492, Sept.-Oct. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1057451

ABSTRACT

Abstract Background and objectives: The administration of antifibrinolytics has been shown to be effective in reducing blood loss and the need for transfusions in surgeries. However, few studies have evaluated these drugs in cancer surgery. The objective was to review the efficacy and safety of the treatment with antifibrinolytics in patients who underwent oncologic surgeries. Contents: An electronic bibliographic research was conducted in PubMed, OVID, MEDLINE, EMBASE, EBSCO and in the Cochrane Library data basis in order to identify randomized clinical trials performed in any type of oncologic surgery. The data evaluated were blood loss, need for transfusion and incidence of arteriovenous thromboembolism. Five randomized controlled trials evaluating 838 patients met the inclusion requirements. In the analysis of the incidence of thromboembolic events in the five RCTs, there was no statistically significant difference between the administration of tranexamic acid when compared with the placebo (OR = 0.36, 95% IC: 0.11‒1.19, p= 0.09, I2 = 0%). However, when total estimated blood loss and need for blood transfusion are analyzed, the use of tranexamic acid was associated with a significant reduction over placebo (MD = −135.79, 95% CI: −179.50 to −92.08, p< 0.00001, I2= 68%) and (OR = 0.45, 95% CI: 0.32‒0.65, p< 0.00001, I2= 60%), respectively. Conclusions: This meta-analysis found no evidence that the administration of antifibrinolytics increases the risk of thromboembolic complications in patients submitted to oncologic surgery, and has shown evidence that it is effective in reducing total perioperative blood loss and the need for blood transfusion.


Resumo Justificativa e objetivos: A administração de agentes antifibrinolíticos mostrou ser eficaz para reduzir a perda sanguínea e a necessidade de transfusões em cirurgias. No entanto, poucos estudos avaliaram esses agentes em cirurgias oncológicas. O objetivo foi revisar a eficácia e segurança do tratamento com antifibrinolíticos em pacientes submetidos a cirurgias oncológicas. Conteúdo: Uma pesquisa bibliográfica foi conduzida nos bancos de dados eletrônicos PubMed, OVID, MEDLINE, EMBASE, EBSCO e na Biblioteca Cochrane para identificar ensaios clínicos randomizados feitos em qualquer tipo de cirurgia oncológica. Os dados analisados foram perda sanguínea, necessidade de transfusão e incidência de tromboembolismo arteriovenoso. Cinco ensaios clínicos randomizados que avaliaram 838 pacientes atenderam aos critérios de inclusão. Na análise da incidência de eventos tromboembólicos em cinco ECR, não houve diferença estatisticamente significativa entre a administração do ácido tranexâmico, comparado ao placebo (OR = 0,36, IC 95%: 0,11-1,19, p = 0,09; I2 = 0%). No entanto, quando a perda sanguínea total estimada e a necessidade de transfusão de sangue foram analisadas, o uso do ácido tranexâmico foi associado a uma redução significativa, comparado ao placebo. (DM: -135,79, IC 95%: -179,50 a -92,08, p < 0,00001, I2 = 68%) e (OR = 0,45, IC 95%: 0,32-0,65, p < 0,00001, I2 = 60%), respectivamente. Conclusões: Esta metanálise não encontrou evidências de que a administração de antifibrinolíticos aumente o risco de complicações tromboembólicas em pacientes submetidos à cirurgia oncológica e apresentou evidências de que é eficaz para reduzir a perda sanguínea total no perioperatório e a necessidade de transfusão de sangue.


Subject(s)
Humans , Antifibrinolytic Agents/therapeutic use , Neoplasms/surgery , Postoperative Complications/chemically induced , Postoperative Complications/epidemiology , Thromboembolism/chemically induced , Thromboembolism/epidemiology , Treatment Outcome , Antifibrinolytic Agents/adverse effects
8.
Rev. bras. anestesiol ; 69(4): 342-349, July-Aug. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1042006

ABSTRACT

Abstract Background and objectives Predicting postoperative nausea and vomiting risk is the cornerstone for deciding prophylaxis. Apfel's score does not define how long a person must be abstinent from smoking to be considered a non-smoker, and the use of intraoperative spinal opioids as a risk factor for predicting postoperative nausea and vomiting is also not addressed. The aim of this study was to quantify predicting postoperative nausea and vomiting risk by an ordinal smoking status and the use of intraoperative opioids (systemic or neuraxial), and to develop a new predictive model. Methods Patients scheduled for cancer surgery were prospectively evaluated for predicting postoperative nausea and vomiting in the first 24 h after surgery. Results Of 2014 initially included patients, 185 participants were excluded. Smoking status classification was associated with predicting postoperative nausea and vomiting incidence rates of 14.1%, 18.1%, 24.7%, 29.4% and 33.9% for smokers, patients who stopped smoking up to 1 month prior to surgery, one to 6 months prior, more than 6 months prior or patients who never smoked, respectively, which was significant in the multiple comparisons analysis (adjusted p = 0.015). The multiple comparisons-adjusted hypothesis tests for association with predicting postoperative nausea and vomiting for sex, age, previous predicting postoperative nausea and vomiting, chemotherapy-induced nausea, and ordinal smoking status had p-values of <0.001. The type of surgery (p = 0.04), total fentanyl consumption (p = 0.04), both intraoperative and postoperative, were significant predictors. A new model was developed and showed higher discriminative power than Apfel's score (AUC 67.9% vs. 63.7%, p < 0.001). Conclusion Smoking status showed a significant and linear impact on predicting postoperative nausea and vomiting incidence, and we developed a new model that uses unambiguous smoking and opioid predictors.


Resumo Justificativa e objetivos A previsão do risco de náusea e vômito no pós-operatório é a base para a decisão da profilaxia. O escore de Apfel não define por quanto tempo uma pessoa deve se abster de fumar para ser considerada não fumante, e o uso de opioide espinhal intraoperatório como fator de risco para náusea e vômito também não é abordado. Nosso objetivo foi quantificar o risco de náusea e vômito no pós-operatório por um estado tabagístico ordinal e o uso de opioides intraoperatórios (sistêmicos ou neuraxiais) e desenvolver um novo modelo preditivo. Métodos Pacientes agendados para cirurgia oncológica foram prospectivamente avaliados para náusea e vômito nas primeiras 24 horas após a cirurgia. Resultados De 2.014 pacientes inicialmente incluídos, 185 foram excluídos. A classificação de tabagismo foi associada a taxas de incidência de náusea e vômito no pós-operatório de 14,1%, 18,1%, 24,7%, 29,4% e 33,9% para fumantes, pacientes que pararam de fumar até um mês antes da cirurgia, de um a seis meses antes da cirurgia, mais de seis meses antes da cirurgia ou pacientes que nunca fumaram, respectivamente, o que foi significativo na análise de comparações múltiplas (p = 0,015 ajustado). Os testes de hipóteses foram ajustadas para múltiplas comparações para associação com náusea e vômito no pós-operatório para sexo, idade, náusea e vômito no pós-operatório anterior, náusea induzida por quimioterapia e estado tabagístico ordinal apresentaram valores de p < 0,001. Tipo de cirurgia (p = 0,04), consumo total de fentanil (p = 0,04) e períodos intraoperatório e pós-operatório foram preditivos significativos. Um novo modelo foi desenvolvido e apresentou um poder discriminativo maior do que o escore de Apfel (AUC 67,9% vs. 63,7%, p < 0,001). Conclusão O estado tabagístico mostrou um impacto significativo e linear sobre a incidência de náusea e vômito no pós-operatório e desenvolveu-se um novo modelo que usa preditores não ambíguos de tabagismo e opioides.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Aged , Postoperative Nausea and Vomiting/epidemiology , Analgesics, Opioid/administration & dosage , Models, Theoretical , Neoplasms/surgery , Smoking/epidemiology , Fentanyl/administration & dosage , Risk Factors , Middle Aged
9.
Rev. bras. anestesiol ; 69(2): 122-130, Mar.-Apr. 2019. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1003398

ABSTRACT

Abstract Background: Hypothermia occurs in up to 20% of perioperative patients. Systematic postoperative temperature monitoring is not a standard of care in Brazil and there are few publications about temperature recovery in the postoperative care unit. Design and setting: Multicenter, observational, cross-sectional study, at Hospital de Base do Distrito Federal and Hospital Materno Infantil de Brasília. Methods: At admission and discharge from postoperative care unit, patients undergoing elective or urgent surgical procedures were evaluated according to tympanic temperature, vital signs, perioperative adverse events, and length of stay in postoperative care unit and length of hospital stay. Results: 78 patients, from 18 to 85 years old, were assessed. The incidence of temperatures <36 ºC at postoperative care unit admission was 69.2%. Spinal anesthesia (p < 0.0001), cesarean section (p = 0.03), and patients who received morphine (p = 0.005) and sufentanil (p = 0.003) had significantly lower temperatures through time. During postoperative care unit stay, the elderly presented a greater tendency to hypothermia and lower recovery ability from this condition when compared to young patients (p < 0.001). Combined anesthesia was also associated to higher rates of hypothermia, followed by regional and general anesthesia alone (p < 0.001). Conclusion: In conclusion, this pilot study showed that perioperative hypothermia is still a prevalent problem in our anesthetic practice. More than half of the analyzed patients presented hypothermia through postoperative care unit admission. We have demonstrated the feasibility of a large, multicenter, cross-sectional study of postoperative hypothermia in the post-anesthetic care unit.


Resumo Justificativa: A hipotermia ocorre em até 20% dos pacientes no perioperatório. A monitoração sistemática pós-operatória da temperatura não é um padrão de atendimento no Brasil e há poucas publicações sobre recuperação da temperatura na sala de recuperação pós-anestésica. Desenho e cenário: Estudo multicêntrico, observacional, transversal, conduzido no Hospital de Base do Distrito Federal e no Hospital Materno Infantil de Brasília. Métodos: Na admissão e alta da sala de recuperação pós-anestesia, os pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos eletivos ou de urgência foram avaliados de acordo com a temperatura timpânica, sinais vitais, eventos adversos perioperatórios, tempo de permanência na sala de recuperação pós-anestesia e tempo de internação hospitalar. Resultados: Setenta e oito pacientes com idades entre 18 e 85 anos foram avaliados. A incidência de temperatura <36 ºC na admissão à sala de recuperação pós-anestesia foi de 69,2%. Raquianestesia (p < 0,0001), cesariana (p = 0,03) e os pacientes que receberam morfina (p = 0,005) e sufentanil (p = 0,003) apresentaram temperaturas significativamente menores ao longo do tempo. Durante a permanência na sala de recuperação pós-anestesia, os pacientes idosos apresentaram uma tendência maior a apresentarem hipotermia e menor capacidade de recuperação dessa condição, em comparação com os pacientes jovens (p < 0,001). Anestesia combinada também foi associada a taxas mais altas de hipotermia, seguida pelas anestesias regional e geral isoladas (p < 0,001). Conclusão: Em conclusão, este estudo piloto mostrou que a hipotermia perioperatória ainda é um problema prevalente em nossa prática anestésica. Mais de metade dos pacientes analisados apresentaram hipotermia durante a admissão à sala de recuperação pós-anestésica. Demonstramos a viabilidade de um grande estudo multicêntrico, transversal, de hipotermia pós-operatória em sala de recuperação pós-anestésica.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , Aged , Aged, 80 and over , Young Adult , Postoperative Care/methods , Postoperative Complications/epidemiology , Hypothermia/epidemiology , Anesthesia/methods , Postoperative Complications/etiology , Prognosis , Brazil , Pilot Projects , Prevalence , Cross-Sectional Studies , Prospective Studies , Risk Factors , Age Factors , Hypothermia/etiology , Anesthesia/adverse effects , Length of Stay , Middle Aged
10.
Rev. bras. anestesiol ; 68(5): 442-446, Sept.-Oct. 2018. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-958331

ABSTRACT

Abstract Background and objective There is a shortage of studies addressing the association between burnout syndrome and anxiety among anesthesiologists. Identifying the relationship between these two conditions is of fundamental importance for the prevention, follow-up, and treatment of the professionals. Thus, we evaluated the association between burnout syndrome and anxiety in anesthesiologists and residents of anesthesiology in the Federal District. Method A cross-sectional study using a convenience sample of residents and anesthesiologists from the Federal District. The correlation between State Trait Anxiety Inventory and Burnout Syndrome (Maslach Burnout Inventory) was tested using multiple linear regression analysis, considering a significance level of 5%. Results Of the 78 completed forms, there were predominance of males (57.69%), mean age of 42 ± 9.7 years for anesthesiologists and 30 ± 2.9 years for residents. Burnout syndrome had a prevalence of 2.43% among anesthesiologists and 2.70% among resident physicians, while a high risk for its manifestation was 21.95% in anesthesiologists and 29.72% in resident physicians. There was a correlation between state-anxiety and the variables burnout emotional exhaustion, burnout depersonalization, and trait-anxiety. Regarding trait-anxiety, there was no statistically significant correlation with other variables. Conclusions There is association between state-anxiety and the emotional exhaustion dimensions of burnout, burnout depersonalization, and trait-anxiety. The occurrence of anxiety can negatively influence the way the individual faces daily stressors, which may be related to the use of ineffective strategies to cope with stress.


Resumo Justificativa e objetivo Existe escassez de estudos sobre a associação entre a síndrome de burnout e ansiedade entre anestesiologistas. A identificação da relação entre as duas condições é de fundamental importância para a prevenção, o acompanhamento e tratamento dos profissionais. Assim, foi avaliada a associação entre síndrome de burnout e ansiedade nos anestesiologistas e residentes em anestesiologia do Distrito Federal. Método Estudo de corte transversal que usou amostra por conveniência composta por residentes e anestesiologistas do Distrito Federal. Correlação entre ansiedade (State Trait Anxiety Inventory) e síndrome de burnout (Maslach burnout Inventory) foi testada a partir da análise de regressão linear múltipla, considerou-se nível de significância de 5%. Resultados Dos 78 formulários respondidos, houve predominância de indivíduos do sexo masculino (57,69%), com média de 42 ± 9,7 anos para os anestesiologistas e de 30 ± 2,9 anos para os residentes. A síndrome de burnout apresentou prevalência de 2,43% entre os anestesiologistas e 2,70% entre médicos residentes, enquanto alto risco para sua manifestação nos anestesiologistas foi de 21,95% e para médicos residentes, de 29,72%. Observou-se correlação entre ansiedade-estado e as variáveis exaustão emocional de burnout, despersonalização de burnout e ansiedade-traço. Em relação à ansiedade-traço não houve correlação estatisticamente significante com as demais variáveis. Conclusão Existe associação entre ansiedade-estado e as dimensões exaustão emocional de burnout, despersonalização de burnout e ansiedade-traço. A ocorrência de ansiedade pode influenciar negativamente a maneira como o indivíduo enfrenta os fatores estressores cotidianos, o que pode estar relacionado ao uso de ineficazes estratégias de enfrentamento diante do estresse.


Subject(s)
Humans , Anesthesiologists/psychology , Burnout, Psychological/etiology , Anxiety , Linear Models , Cross-Sectional Studies , Regression Analysis
13.
Rev. bras. colo-proctol ; 27(1): 31-36, jan.-mar. 2007. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-452212

ABSTRACT

OBJETIVO: Definir os fatores de risco para as complicações após as apendicectomias em adultos. INTRODUÇÃO: os fatores de risco que levam as complicações após as apendicectomias são ainda pouco conhecidos. Sua definição pré-operatória é importante na diminuição da morbi-mortalidade pós-operatória. MÉTODOS: Estudo retrospectivo de 500 pacientes submetidos à apendicectomia no Hospital Regional da Asa Norte entre os anos de 2003 e 2004. Estes foram avaliados quanto à idade, sexo, duração dos sintomas até a procura por assistência médica, presença de febre, características da dor abdominal, hemograma, tempo de admissão até a operação, co-morbidades, incisões utilizadas nas operações, achados operatórios, utilização de drenos, complicações pós-operatórias e dias de internação hospitalar. Foram utilizadas análises de regressões logísticas para predizer e quantificar os fatores de risco para as complicações após as operações. RESULTADOS: As chances de complicações foram maiores no gênero feminino (OR=1,97, 95 por cento, IC-1,19-3,13), na apendicite perfurada (OR=4,67, 95 por cento, IC-2,43-8,94), na apendicite sem perfuração (OR=3,32, 95 por cento, IC-1,72-6,38), naqueles pacientes submetidos à drenagem abdominal (OR=17,54, 95 por cento,IC-4,83-63,77) ou com ASA II (OR=1,53, 95 por cento, IC 2,52-15,89). As infecções do sítio cirúrgico e os abscessos intra-abdominais foram os principais fatores de morbidade. A mortalidade foi nula. CONCLUSÕES: A análise de regressão logística multivariável demonstrou que o gênero, a necrose apendicular, a drenagem da cavidade abdominal e a classificação de ASA contribuíram para o aumento das complicações pós-operatórias dos pacientes submetidos às apendicectomias.


BACKGROUND: Risk factors for adverse outcomes after the surgical treatment of appendicitis in adults are poorly defined. Accurate presurgical assessment of the risk of preoperative complications and mortality is important in planning surgical therapy. METHODS: All patients undergoing surgical intervention for appendicitis from January 2003 and January 2004 were selected for study. Independent variables examined included 11 putative preoperative risk factors and 4 intraoperative process measures. Dependents variables were complications. Stepwise logistic regression analysis was used for construct models predicting complications. RESULTS: There was a high risk in female (OR=1,97, 95 percent, IC-1,19-3,13), in appendix with perforation (OR=4,67 95 percent, IC-2,43-8,94), appendix without perforation (OR=3,32, 95 percent, IC-1,72-6,38), drainage (OR=17,54, 95 percent,IC-4,83-63,77) and ASA II (OR=1,53, 95 percent, IC 2,52-15,89). CONCLUSION: Four factors, in the logistic regression analysis, predicted a high risk of complications after the surgical treatment of appendicitis: female, necrosis with or without ruptured appendix, drainage and ASA Class II.


Subject(s)
Male , Female , Humans , Appendectomy , Appendicitis/complications , Morbidity , Postoperative Complications , Risk Factors
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